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MS cria 19.258 empregos com carteira assinada de janeiro a julho

Mato Grosso do Sul acumulou 19.258 novos empregos com carteira assinada entre janeiro e julho de 2026, segundo dados do Novo Caged. No período, foram registradas 260.856 admissões e 241.598 desligamentos, mantendo positivo o saldo do mercado de trabalho formal no Estado.

Somente em julho, foram abertas 730 vagas formais, resultado de 34.983 contratações e 34.253 demissões. Com isso, o estoque de empregos formais chegou a 684.147 postos.

Na comparação com junho, as admissões cresceram 8,23%, enquanto os desligamentos recuaram 0,35%. Apesar disso, o saldo de julho ficou 1.321 vagas abaixo do registrado no mês anterior, quando Mato Grosso do Sul havia criado 2.051 empregos.

Entre os setores, a construção civil apresentou o melhor desempenho em julho, com 1.188 novos postos, seguida pelos serviços, com 391. Já comércio e reparação de veículos tiveram saldo negativo de 80 vagas. A agropecuária perdeu 213 postos e a indústria geral registrou redução de 556 empregos.

No ranking dos municípios, Inocência liderou a geração de empregos em julho, com saldo positivo de 923 vagas. Na sequência aparecem Chapadão do Sul, com 386, e Três Lagoas, com 274.

Campo Grande, por outro lado, terminou julho com saldo negativo de 140 empregos. Nioaque teve a maior perda do Estado, com 286 postos a menos, seguido por Nova Alvorada do Sul, com 107, e Água Clara, com 88. Dourados também registrou resultado negativo, com 71 vagas perdidas.

Mesmo com o saldo acumulado positivo no ano, os números mostram um cenário desigual entre setores e municípios. A indústria e a agropecuária, por exemplo, fecharam julho no vermelho, enquanto a construção civil sustentou boa parte do resultado.

No cenário nacional, Mato Grosso do Sul apresentou o 16º maior saldo de empregos entre os Estados em julho. São Paulo liderou, com 17.814 novas vagas, seguido por Mato Grosso, Minas Gerais, Bahia e Ceará.