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Nikolas Ferreira reage a denúncia do MP e fala em perseguição: “É muita coincidência que só parlamentares de direita são perseguidos neste país”

Deputado federal contesta acusação do Ministério Público Eleitoral, nega campanha de desinformação e afirma ser alvo de perseguição ideológica

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) se manifestou publicamente nesta terça-feira (8) sobre a denúncia apresentada pelo Ministério Público Eleitoral de Minas Gerais, que pede a cassação de seus direitos políticos por suposta campanha de desinformação durante as eleições municipais de 2024. Em nota e publicações nas redes sociais, o parlamentar classificou a ação como mais um episódio de perseguição política contra representantes da direita no país.

A denúncia do MP Eleitoral aponta que Nikolas e aliados teriam participado de uma “campanha sistemática de desinformação” contra o então candidato à reeleição e ex-prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman, morto em março deste ano. Segundo o órgão, a atuação do grupo teria violado regras do processo eleitoral e contribuído para um ambiente de distorção dos fatos.

Nikolas, porém, negou as acusações e questionou a seletividade do Ministério Público. Em uma fala de forte tom político, comparou-se a figuras envolvidas em escândalos de corrupção para reforçar que não cometeu nenhum crime:

“Estão querendo cassar os meus direitos políticos por que fiz rachadinha? Por que coloquei dinheiro na cueca? Por que quebrei estatais? Não! Estão querendo me deixar inelegível porque denunciei um livro pornográfico do antigo prefeito de Belo Horizonte.”

Na sequência, o deputado criticou o que considera uma atuação ideológica de instituições judiciais e fez uma denúncia mais ampla de perseguição à direita:

“Uai, não posso falar e denunciar mais não? É muita coincidência que só parlamentares de direita são perseguidos neste país.”