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Após reunião da bancada com Bolsonaro, Marcos Pollon destaca luta pela anistia como prioridade

Interrompendo o recesso parlamentar, o deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) participou da reunião de emergência na Câmara dos Deputados, onde foram decididas as ações em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A anistia dos presos políticos do 8 de janeiro foi classificada como a prioridade número um. “Não abriremos mão da anistia”, destaca Pollon.

Durante a reunião foi decidido que após o retorno dos trabalhos legislativos, a pauta item número 1 da bancada será a anistia aos presos políticos do 8 de janeiro.. A outra prioridade é a PEC 333 que muda o foro privilegiado para que essa perseguição pare. Existem hoje 60 parlamentares respondendo processos além dos esdrúxulos conhecidos como inquérito do fim do mundo que nunca terminam.

Foram criadas três comissões de trabalho, em que os parlamentares vão trabalhar durante todo o recesso se houver necessidade. A primeira comissão vai alinhar a comunicação entre os parlamentares de oposição. A segunda vai trabalhar a mobilização interna na Câmara e no Senado para que as pautas sejam respeitadas por ambos os presidentes das Casas. A terceira é de mobilização nacional para dar voz ao ex-presidente Bolsonaro pelos milhões de brasileiros que estão dispostos a ir às ruas.

O deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) é autor do projeto de lei 4485/2024 que Revoga as punições e crimes atribuídos aos envolvidos nos eventos de 8 e 9 de janeiro de 2023, mantendo a preservação da ordem democrática, a paz pública e os direitos constitucionais fundamentais.

Também faz parte das ações estratégicas, a convocação extraordinária das Comissões de Segurança Pública e de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados. Marcos Pollon compõe as duas comissões.

A bancada do PL e demais parlamentares da oposição , decidiram interromper o recesso parlamentar após a deflagração da operação da Polícia Federal que atingiu o ex-presidente Jair Bolsonaro, por ordem do Supremo Tribunal Federal, que determinou, entre outras medidas, o uso de tornozeleira eletrônica pelo ex-presidente, o toque de recolher noturno e a proibição do uso de suas redes sociais.

Os parlamentares consideram tais decisões descabidas, desproporcionais e uma afronta ao Estado Democrático de Direito, e, portanto, decidiram interromper o recesso parlamentar. A união dos congressistas da direita visa debater estratégias políticas e jurídicas frente às medidas impostas e articular uma reação institucional e coordenada em defesa das liberdades individuais e da Constituição.