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Bomba: R$ 1 milhão por mês: ex-ministro de Lula foi contratado pelo Banco Master em meio a negociações com o BRB

Contratação de ex-ministro da Fazenda ocorre durante negociações envolvendo o BRB e levanta suspeitas sobre conflito de interesses

Mais uma revelação de grande impacto coloca o Banco Master, controlado pelo empresário Daniel Vorcaro, no centro de uma polêmica que agora alcança diretamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governo federal.

De acordo com informações divulgadas pelo jornalista André Shalders, o Banco Master contratou Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda nos governos Lula e Dilma Rousseff, pagando um salário de R$ 1 milhão por mês.

Segundo a publicação, a principal missão de Mantega dentro da instituição financeira seria viabilizar a venda do Banco Master ao BRB (Banco de Brasília) — banco controlado pelo Governo do Distrito Federal e que possui forte relação institucional com o governo federal.

Presença frequente no Planalto

Ainda conforme a denúncia, enquanto recebia o salário milionário do banco privado, Guido Mantega esteve ao menos quatro vezes no Palácio do Planalto, onde teria se reunido, inclusive, com Marco Aurélio Marcola, chefe de gabinete do presidente Lula.

A revelação levanta questionamentos graves sobre possível tráfico de influência, lobby não declarado e conflito de interesses, uma vez que Mantega é um dos nomes históricos do PT e figura de confiança do presidente da República.

Contratação a pedido de líder do governo no Senado

Outro ponto sensível da denúncia é a informação de que a contratação de Mantega pelo Banco Master teria ocorrido a pedido do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), um dos principais articuladores políticos do Palácio do Planalto no Congresso Nacional.

Caso confirmada, a informação reforça a percepção de promiscuidade entre interesses privados e o núcleo político do governo federal, especialmente em um momento de fragilidade institucional e crescente pressão sobre o sistema financeiro.

Silêncio e cobranças por esclarecimentos

Até o momento, o Banco Master, Guido Mantega e o governo federal não apresentaram esclarecimentos públicos detalhados sobre as acusações. Especialistas ouvidos pelo Portal O Contribuinte avaliam que o caso pode motivar investigações por parte do Banco Central, do Ministério Público e do Congresso Nacional.

A revelação surge em meio a uma série de controvérsias envolvendo o Banco Master, que já vinha sendo alvo de atenção após episódios recentes no sistema financeiro.

O caso promete novos desdobramentos e amplia a pressão por transparência, explicações oficiais e responsabilização, caso sejam confirmadas irregularidades.