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PCDF conclui que Bolsonaro não cometeu crime em caso de arma apreendida com agente do GSI

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) concluiu que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não cometeu crime no caso da pistola apreendida com um agente do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) durante uma blitz da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), em Taguatinga.

Em relatório encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte) afirmou que não encontrou elementos para indiciar Bolsonaro por posse ilegal de arma de fogo. Segundo os investigadores, a pistola possuía registro válido junto ao Exército e não havia qualquer impedimento legal para que permanecesse registrada em nome do ex-presidente e armazenada em sua residência.

A investigação, no entanto, resultou no indiciamento do agente do GSI Estácio Leite da Silva Filho por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. De acordo com a PCDF, embora ele tivesse porte funcional, transportava uma arma registrada em nome de terceiro, o que contraria as regras previstas no Estatuto do Desarmamento.