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Imasul aponta alto risco em duas barragens de Campo Grande; veja a lista

Imasul classifica seis barragens em Campo Grande; duas têm alto risco de acidente

O Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) publicou no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (20) a classificação de seis barragens localizadas em Campo Grande. Uma delas recebeu a classificação mais alta tanto para risco de acidente quanto para possíveis danos em caso de rompimento.

A barragem cadastrada como DURH006948 é de responsabilidade de Ermelindo Ramalho de Carvalho. A estrutura tem 2 metros de altura e capacidade para armazenar cerca de 16,3 mil metros cúbicos de água.

Na avaliação do Imasul, a barragem foi classificada como de alto risco e alto potencial de dano. Isso significa que, de acordo com as características avaliadas pelo órgão, existem fatores que aumentam a possibilidade de acidente e que um eventual rompimento poderia provocar consequências mais graves.

Outra barragem tem alto risco

A barragem cadastrada como DURH006532, de responsabilidade de Luciano Zamboni, também recebeu classificação de alto risco.

Nesse caso, porém, o potencial de dano foi considerado médio.

A estrutura tem 0,75 metro de altura e capacidade para armazenar 11,5 mil metros cúbicos de água.

Outras quatro barragens

As outras quatro barragens classificadas pelo Imasul receberam classificação de baixo potencial de dano:

DURH031238: de responsabilidade de Ciro Yonamine, com 2 metros de altura e capacidade para 27,1 mil metros cúbicos.

DURH006950: de responsabilidade de Ermelindo Ramalho de Carvalho, com 2 metros de altura e capacidade para pouco mais de 1 mil metros cúbicos.

DURH036866: de responsabilidade de Ione Serenza Marques, com 4,32 metros de altura e reservatório de 6 mil metros cúbicos.

RLPC Agropecuária Ltda: a publicação não informou a altura nem a capacidade da barragem.

Como funciona a classificação

Segundo o Imasul, a classificação considera dois aspectos.

O primeiro é o risco de acidente, que leva em conta as condições e as características da própria barragem.

O segundo é o potencial de dano, relacionado ao tamanho dos possíveis impactos provocados por um eventual rompimento da estrutura.

Entre as consequências avaliadas estão possíveis danos às pessoas, ao meio ambiente e à economia.

Classificação pode ser revista

O Imasul informou que a classificação poderá ser revista caso sejam apresentadas justificativas.

Os responsáveis pelas barragens também devem cumprir as normas de segurança e garantir a manutenção e o funcionamento adequado das estruturas.

A classificação foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (20).