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Ana Portela mantém coerência e vota pela derrubada do veto à taxa do lixo

Ana Portela mantém coerência e vota pela derrubada do veto à taxa do lixo

A vereadora Ana Portela manteve uma posição clara e coerente durante a votação que analisou o veto da prefeita Adriane Lopes ao projeto que suspendia os efeitos do decreto que trata da taxa de coleta, remoção e destinação de resíduos sólidos domiciliares para o exercício de 2026.

Na sessão desta terça-feira (10), a parlamentar votou pela derrubada do veto, posicionando-se contra a manutenção da cobrança nos moldes propostos pelo Executivo. Em sua justificativa, Ana Portela destacou que sua decisão segue uma linha de coerência que tem adotado ao longo do mandato: votar contra qualquer tipo de aumento de imposto, taxa ou medida que impacte negativamente o bolso do contribuinte.

Segundo a vereadora, não se trata de um posicionamento pontual, mas de uma postura política consolidada. “Sempre fui contra aumento de impostos e taxas. Essa é uma linha que sigo com coerência, especialmente quando o impacto recai diretamente sobre a população”, afirmou.

Coerência nas votações

A atuação de Ana Portela tem sido marcada por uma postura firme em votações que envolvem aumento de tributos, criação de novas taxas ou elevação de cobranças já existentes. Dentro da Câmara Municipal, a vereadora tem se posicionado de forma consistente sempre que projetos ou decretos representam mais custos ao contribuinte campo-grandense.

Essa coerência ficou evidenciada mais uma vez na análise do veto ao decreto nº 16.402, de 29 de setembro de 2025, que estabelece as regras para lançamento e pagamento da taxa do lixo em 2026. Mesmo com a presença de secretários municipais em plenário e a articulação do Executivo para manutenção do veto, Ana Portela manteve sua posição contrária.

Votação apertada

Para a derrubada do veto, eram necessários 15 votos contrários, mas o placar final registrou 14 votos pela derrubada e 8 pela manutenção, garantindo a permanência da decisão da prefeita Adriane Lopes.

Apesar do resultado, o voto de Ana Portela reforça seu alinhamento com uma bandeira que tem sido central em sua atuação parlamentar: defender o contribuinte e barrar qualquer avanço de medidas que ampliem a carga tributária municipal.

Na votação nominal, o “Não” representou o voto pela derrubada do veto, posição adotada pela vereadora. Para ela, a Câmara precisa estar atenta aos efeitos práticos das decisões tomadas, especialmente em um cenário de aumento do custo de vida e pressão sobre o orçamento das famílias.