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Ana Portela transforma direito em lei e garante mais segurança para quem não pode consumir glúten

A vereadora Ana Portela acaba de conquistar uma vitória importante para a saúde pública e para a inclusão social: foi aprovado o projeto de lei que institui a Carteira Municipal de Identificação para Portadores de Doença Celíaca e demais Desordens Relacionadas ao Glúten (DRGS).

A iniciativa nasce de uma escuta ativa e de uma dor real enfrentada por muitas famílias: a falta de compreensão, segurança e respeito no dia a dia de quem convive com restrições severas ao glúten.

Com a nova lei, passam a ser garantidos direitos essenciais. Pessoas diagnosticadas com doença celíaca ou outras desordens relacionadas ao glúten poderão levar sua própria alimentação a restaurantes, bares, escolas, hotéis, eventos e qualquer estabelecimento do município sem impedimento e sem cobrança adicional.

A carteira também cumpre um papel fundamental no dia a dia: facilita o reconhecimento imediato da condição clínica, evitando constrangimentos e a necessidade de explicações constantes. Além disso, permite ao município mapear dados e desenvolver políticas públicas mais eficazes voltadas à saúde dessas pessoas.

Para Ana Portela, essa é uma lei que traduz o verdadeiro papel do poder público: sair do discurso e gerar impacto real. Porque inclusão não é exceção, é direito.

Com a aprovação, o município dá um passo importante na construção de uma cidade mais inclusiva, segura e preparada para atender às necessidades de todos.

Esse é um dos projetos de autoria da vereadora Ana Portela voltado à área da saúde, reforçando seu compromisso com o cuidado e a qualidade de vida da população.

A atuação, no entanto, vai além. A parlamentar também é autora de iniciativas em diferentes áreas, como educação, empreendedorismo, mobilidade urbana e proteção à infância.

Entre os projetos, destacam-se a criação da Semana da Educação Financeira, o Delas Day — voltado ao desenvolvimento e incentivo ao empreendedorismo feminino —, ações de combate à sexualização infantil, além de propostas como a oferta de fisioterapia gratuita pelo SUS para mulheres mastectomizadas, a implementação de salas de integração sensorial, iniciativas voltadas às pessoas com doenças raras e a proibição da redução de horários do transporte público durante o período de férias escolares.

As propostas refletem uma atuação abrangente, com foco em políticas públicas que impactem diretamente a vida da população em diferentes frentes.