O Banco Central (BC) não tem informações sobre a atuação da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, na defesa do Banco Master. De acordo com a instituição financeira, “não foram encontrados registros de acesso da senhora Viviane Barci de Moraes” de janeiro de 2024 até os dias de hoje, ou seja, no período de vigência do contrato com o Master.
No entanto, o contrato milionário de Viviane com o Master previa atuação expressa dela perante o Judiciário, Legislativo e órgãos do Executivo, citando quatro instituições: Receita Federal, Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), Banco Central e o Conselho Administrativo de Defesa Econômico (Cade).
Além do BC, a atuação dela também é desconhecida pelo Cade.
Segundo o BC, não há registro de entrada da mulher de Alexandre de Moraes na instituição.
O contrato previa o pagamento de R$ 3,6 milhões por mês ao escritório de Viviane durante três anos, o que poderia somar cerca de R$ 129 milhões caso o acordo tivesse sido executado totalmente até a data prevista: início de 2027. As informações são do blog de Malu Gaspar, do jornal O Globo.