Parte dos vereadores já atua como pré-candidatos nos bastidores
Os bastidores da política em Campo Grande já estão movimentados mirando as eleições de 2026. Dos 29 vereadores da Câmara Municipal, pelo menos 20 parlamentares se articulam para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul ou na Câmara dos Deputados, conforme apuração do O Contribuinte.
O movimento, ainda em fase de pré-campanha, já provoca rearranjos silenciosos dentro da Casa de Leis, com vereadores ampliando agendas, fortalecendo bases e intensificando presença em bairros e eventos.
Quem deve disputar
Na corrida por uma vaga na Assembleia Legislativa, aparecem:
Ana Portela (PL)
André Salineiro (PL)
Dr. Jamal (MDB)
Dr. Lívio (União Brasil)
Victor Rocha (PSDB)
Fabio Rocha (União Brasil)
Flávio Cabo Almi (PSDB)
Herculano Borges (Republicanos)
Jean Ferreira (PT)
Júnior Coringa (MDB)
Landmark Rios (PT)
Leinha (Avante)
Luiza Ribeiro (PT)
Maicon Nogueira (PP)
Silvio Pitu (PSDB)
Wilson Lands (Avante)
Já na disputa por uma cadeira na Câmara Federal, os nomes cotados são:
Marquinhos Trad (PV)
Neto Santos (Republicanos)
Professor Juari (PSDB)
Rafael Tavares (PL) – que ainda tenta resolver pendências judiciais (foi condenado por fazer um comentário irônico na internet), para viabilizar a candidatura
Movimentação ainda pode mudar
Apesar da lista robusta, o cenário ainda não está fechado. Nos bastidores, vereadores admitem que o número pode aumentar ou até diminuir até o período oficial de campanha.
Isso porque parte dos nomes ainda está em fase de avaliação, buscando:
– viabilidade eleitoral
– estrutura partidária
– recursos de campanha
– aceitação do eleitorado
Há, inclusive, parlamentares que intensificaram agendas públicas justamente para sentir o clima nas ruas antes de tomar a decisão final.
Certezas e dúvidas
Entre os citados, uma parcela já é tratada como candidatura praticamente certa, com articulações avançadas dentro dos partidos e bases eleitorais mais estruturadas.
Por outro lado, há quem ainda mantenha cautela, principalmente por questões jurídicas, custo de campanha e o risco político de deixar o foco no mandato atual.