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Simone Tebet fala sobre união de forças no Congresso para acelerar metas da Estratégia Brasil 2050

Durante o evento “Diálogos para Construção da Estratégia Brasil 2050”, realizado nesta quarta-feira (18) na Câmara Municipal de Campo Grande, a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, foi questionada pelo portal O Contribuinte sobre como o governo federal pretende transformar os objetivos de longo prazo da Estratégia Brasil 2050 em resultados mais imediatos, já perceptíveis até 2029.

A pergunta destacou a complexidade do cenário político nacional, com um Congresso e um Senado fortemente divididos e polarizados, mas também ressaltou o esforço de diálogo entre lideranças de diferentes espectros ideológicos. Foram citados, além do presidente Lula, nomes como os dos deputados Hugo Motta e Davi Alcolumbre, como exemplos de parlamentares que têm buscado construção de consensos.

Resposta com foco na convergência nacional

Ao responder, Simone Tebet reforçou a importância de uma estratégia nacional construída de forma coletiva, envolvendo governadores, parlamentares e sociedade civil de diferentes regiões e partidos políticos. A ministra ressaltou que a proposta da Estratégia Brasil 2050 não é apenas um documento técnico, mas um compromisso político que precisa ser encurtado em termos de resultados:

“O que Brasil quer é a convergência, o que todos nós queremos enquanto país é uma total convergência”, afirmou Tebet, defendendo o diálogo permanente entre governo e Congresso para transformar os objetivos de longo prazo em ações concretas nos próximos anos.

A ministra também citou a necessidade de fortalecer áreas como infraestrutura, desenvolvimento familiar e o protagonismo brasileiro no cenário internacional, destacando que a Estratégia 2050 é uma oportunidade para o Brasil se preparar para os próximos desafios globais.

Articulação política e superação da polarização

Simone Tebet reconheceu as dificuldades impostas pela polarização política, mas destacou que, apesar das diferenças, o momento é de articulação e diálogo entre diferentes lideranças. Segundo ela, o governo está engajado em ampliar o espaço para o debate plural e em buscar a convergência nacional:

“É a hora da conversa de todos os lados. E todos conseguem conversar juntos”, disse Tebet, em tom otimista.

Ela concluiu afirmando que o diálogo com o Congresso Nacional será intensificado ao longo de 2025, sinalizando que o governo está aberto a sugestões e disposto a transformar metas futuras em políticas públicas já perceptíveis até o final desta década.