O senador Nelsinho (PSD) e a senadora Soraya (Podemos), vão disputar a reeleição sem os grupos e sem as estruturas que colocaram eles lá em 2018. Eles em 2026 vão pro tudo ou nada e com muita vontade de quebrar o tabu e reeleger um senador, que há 16 anos não acontece no MS.
O senador Nelsinho ainda tem chance de ter o espaço na chapa do governador Riedel (PP), se o partido não lançar um nome para o senado e assim ser o segundo senador e fazer uma dobradinha com o Reinaldo Azambuja (PL) e quase que repetir o jogo de 2018, onde Reinaldo disputava a reeleição para o governo e Nelsinho uma vaga para o senado.
A senadora Soraya está numa situação muito difícil, em 2018 ela era a esperança dos bolsonaristas e tinha o carimbo a senadora do Bolsonaro, em menos de dois anos tudo mudou e o casamento sólido e eterno, se desfez como cobertura de chantilly fora da geladeira e hoje ela foi cogitada e especulada como a senadora do presidente Lula, mas parece que ela vai para essa eleição com o nome, o partido e a coragem. Mas sem uma identidade do que ela fez nos oito anos e sem uma perspectiva que poderá ser os próximos se ela conseguir a sua reeleição.
Um ponto negativo para os dois candidatos para reeleição ao senado é que nem o PSD e nem o Podemos estão no arco de partidos do Riedel que parece já está completo com: (PP-União Brasil, PL, PSDB e Republicanos), ainda pode ter uma vaga, porém tem quatro partidos disputando essa última vaga e o PSD e Podemos estão nessa disputa, mas não com vantagens ou preferências.
Um ponto positivo para eles é o trabalho que os dois fizeram e mostraram nesses oito anos de mandatos e muito trabalhos com emendas, viagens, cpis, sessões, votações e entrevistas sobre as pautas mais importantes do senado federal e para 2027 o clima será de guerra, não só contra o governo federal e também contra o STF e quanto mais tivermos senadores mais republicanos e apaziguadores melhor para o debate e para o país.