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Vazamento de mensagens expõe perseguição contra Bolsonaro e espetáculo político às vésperas de julgamento

A Polícia Federal divulgou trechos de mensagens extraídas do celular do ex-presidente Jair Bolsonaro, às vésperas de seu julgamento no Supremo Tribunal Federal, em mais um episódio que revela como a máquina estatal vem sendo usada para alimentar uma narrativa de criminalização da direita.

As mensagens, que tratam de conversas familiares e discussões políticas internas, foram alçadas à categoria de “provas” para sustentar o discurso de “golpismo”. Em uma delas, Bolsonaro é criticado pelo filho Eduardo, em um momento de tensão pessoal que nada tem a ver com crime contra a democracia. Mas, para setores da imprensa alinhados ao governo, o vazamento virou combustível para desgastar a imagem do ex-presidente.

A estratégia é clara: transformar conflitos familiares e consultas jurídicas em espetáculo político, tentando moldar a opinião pública antes mesmo da decisão judicial. O STF, já desacreditado por sua postura ativista e parcial, prepara um julgamento em setembro que pode condenar Bolsonaro a até 40 anos de prisão. Um exagero que mostra não a aplicação da lei, mas sim a vontade de calar o principal opositor de Lula.

Enquanto isso, a esquerda trata criminosos de colarinho branco e aliados ideológicos com tolerância e benevolência. Mas quando se trata da direita, especialmente de Bolsonaro, a régua é outra: criminalização máxima e exposição midiática seletiva. O Brasil assiste a um processo que não busca justiça, mas sim vingança política.

A história cobrará caro dessa perseguição travestida de legalidade. Bolsonaro permanece como a maior liderança popular do país, e quanto mais tentam sufocar sua voz, mais cresce o sentimento de revolta e resistência contra o aparelhamento do Estado.