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Flávio Bolsonaro descarta Eduardo como chanceler e acusa Moraes de perseguir politicamente seu irmão

Na sabatina da Globo, candidato negou que pretenda nomear Eduardo Bolsonaro para o Ministério das Relações Exteriores, mas elogiou sua atuação internacional

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro afirmou, durante entrevista ao Jornal Nacional nesta sexta-feira (16), que não pretende nomear seu irmão, Eduardo Bolsonaro, para o Ministério das Relações Exteriores caso seja eleito presidente.

O questionamento foi apresentado pela jornalista Renata Lo Prete, que abordou a possível participação de integrantes da família Bolsonaro em um futuro governo.

“Não, ele não vai ser meu chanceler”, respondeu Flávio.

A declaração afastou a possibilidade de indicação do irmão para um dos principais postos da administração federal, responsável pela condução da política externa e pelas relações diplomáticas do Brasil.

Apesar da negativa, Flávio elogiou o trabalho desenvolvido por Eduardo no exterior e destacou sua atuação política internacional.

Acusação de perseguição contra Moraes

Durante a resposta, o candidato também voltou a criticar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Flávio classificou Eduardo Bolsonaro como vítima de perseguição política por parte do magistrado.

Relações internacionais em eventual governo

O Ministério das Relações Exteriores é responsável por representar o Brasil em negociações diplomáticas, acordos internacionais e discussões sobre comércio, segurança e cooperação entre países.

A indicação de um chanceler depende de decisão do presidente da República, respeitadas as exigências legais aplicáveis ao cargo.

Ao descartar Eduardo Bolsonaro para essa função, Flávio estabeleceu uma posição pública sobre a formação de sua eventual equipe de governo, sem anunciar, durante os trechos relatados da entrevista, quem seria seu escolhido para comandar a diplomacia brasileira.

O assunto ganhou destaque pela atuação internacional de Eduardo e pelos questionamentos sobre qual papel integrantes da família Bolsonaro poderiam desempenhar em uma nova administração federal.